A influência de diferentes cromas na microdureza superficial e profunda de um cimento resinoso

  • MARIANE INES FONSECA
  • ENIO LACERDA VILAÇA
  • NELSON FRANÇA SILVA
  • JOSÉ GUILHERME POMPEU
  • RODRIGO RICHARD SILVEIRA
Palavras-chave: Cimentos de Resina. Testes de Dureza. Polimerização.

Resumo

Objetivo: comparar, in vitro, a MicrodurezaVickers (MV), superficial e profunda, de três cromas distintos de um cimento resinoso. Material e Método: Foram confeccionados 30 corpos-de-prova distribuídos em 6 grupos (n=10/grupo) de acordo com a superfície e croma avaliado: A1 [topo (T) e base (B)]; A3 (T e B); A4 (T e B) de um cimento resinoso em sua versão fotoativada (Variolink II® - IvoclarVivadent). Fotoativação dos espécimes foi realizada por 40s com aparelho Ultraled® (Dabi Atlante – Brasil). As amostras foram armazenadas em recipiente à prova de luz, ambiente seco, a 370C por 24h. Em cada superfície (T; B) dos espécimes foram realizadas quatro aferições de MV (50gf por 45s - Shimadzu HMV-2T®). Cálculo de microdureza de cada espécime foi obtido considerando a média das 4 edentações de cada face. Os dados foram submetidos aos testes paramétricos “t” de student, “F” (ANOVA), Kruskal-wallis e comparação múltipla Newman-Keuls (significância de 5%). Resultados: valores médios e desvio padrão obtidos: A4T: 33.0350 (± 2.0087); A4B: 24.1627 (± 2.0260); A3T: 29.5225 (±1.5422); A3B: 23.8175 (±1.4944); A1T: 25.7725 (±2.2689) e A1B: 22.4625 (± 2.3691). Houve diferenças estatisticamente significativas entre valores de MV quando comparados topo e base, de cada croma (p <0.05); e quando comparados os topos dos três grupos entre si (p <0.05). Quando comparadas as bases dos três grupos, entre si, não houve diferença estatisticamente significativa (p = 0.2339). Conclusão: A distância da fonte de luz em relação à superfície do cimento resinoso, composição, volume, tipo e tamanho dos pigmentos influenciaram a MV do agente cimentante.

Publicado
2018-09-20
Como Citar
FONSECA, M., VILAÇA, E., SILVA, N., POMPEU, J., & SILVEIRA, R. (2018). A influência de diferentes cromas na microdureza superficial e profunda de um cimento resinoso. REVISTA DO CROMG, 17(1). Recuperado de http://revista.cromg.org.br/index.php/rcromg/article/view/26
Seção
Artigos